Quinta-feira, 26 de Abril de 2007

AGRADECIMENTO

Digníssimos colegas:


É caso para dizer que, por mais incrível que pareça ainda não paramos de recolher assinaturas... E assim será até ao dia 12 de Maio - o nosso digníssimo dia. Tudo superou as nossas expectativas! Também admitimos que não estavamos soberbamente optimistas.
Um GRANDE AGRADECIMENTO a todos os Enfermeiros e Estudantes de Enfermagem que se juntaram à causa!
Ficámos atónitos com as campanhas de divulgação dos abaixo-assinados que alguns Enfermeiros fizeram, incluindo aqueles que, à partida, julgaríamos que iriam deixar tudo na gaveta. FOI SENSACIONAL!!!
Não queremos deixar de comentar e de louvar aos céus a mudança de posição da Ordem dos Enfermeiros relativamente ao desemprego. Finalmente acordou (Aleluia!) e admite haver desemprego em Enfermagem! Dia 26 de Abril, a OE reuniu com o ministro Correia de Campos com o qual pretendia debater, entre outros, as necessidades em cuidados de Enfermagem e o desemprego de Enfermeiros. Será que a circulação dos abaixo-assinados não influenciou essa mudança de posição? Vamos ser arrogantes e dizer que sim, não desvalorizando claro a acção de outros colegas, através da blogosfera, a nível individual, etc,  os quais têm realçado a verdade nua e crua dos factos, ainda que alguns não apreciem o modo como os mesmos são apresentados.
Ainda hoje, ouvimos um nosso representante falar de desemprego, qualidade questionável no ensino da Enfermagem, escolas que abrem vagas excessivas, como se tratasse do milagre da multiplicação dos pães... (Até deu vontade de abraçar o nosso representante)
Indubitavelmente, é de elogiar esta tomada de posição da OE, apesar de acharmos que poderia ter sido tomada bem mais cedo.
No entanto, gostaríamos que a OE não entrasse em contradições, pois as escolas fundamentam o aumento das vagas nos rácios europeus que a OE tanto difunde. Se o discurso for inverso, aí os senhores professores já deverão levar uma boa reguada, a não ser que os ministros continuem a dizer que o país precisa de mais Enfermeiros. Mas, aí o caso muda consideravelmente de figura...
De qualquer forma, no dia 12 serão entregues os abaixo-assinados à sra. Bastonária. Aos ministros, como os ministérios não laboram ao Sábado, serão entregues na semana seguinte.
Pôr a OE a falar de desemprego já é uma vitória; qualquer afirmação de que as coisas como estão não podem continuar, é naturalmente outra vitória; acções efectivas para alterar esta situação, será mais outra vitória...
Os enfermeiros não estão habituados a perder e não será desta que nos apanham...
Mais uma vez OBRIGADO a todos!
A luta continua...
Cumprimentos,
Enfermeiros Unidos

sinto-me:
publicado por enfermeirosunidos às 23:58
link do post | comentar | ver comentários (9) | favorito
|
Segunda-feira, 16 de Abril de 2007

Assembleia Extraordinária da OE

Colegas, este texto foi retirado do site do Sindicato dos Enfermeiros http://sindicato.enfermeiros.pt/content/view/298/ e não é mais do que a verdade nua e crua daquilo que se passa na Enfermagem.

 

Aos 14 dias do mês de Abril do ano 2007, pelas 14 horas teve lugar a AG extraordinária para dar continuidade aos pontos que, da anterior, ficaram por resolver, um dos quais era a aprovação das alterações do Estatuto a ser presente à Assembleia da República.

Destinadas a possibilitar à OE o reconhecimento da formação especializada feita fora das escolas, já que nestas deixou de existir, é um instrumento fundamental para que os Enfermeiros, como outros já fazem se possam especializar por conta própria e verem a sua formação reconhecida.

Impõe-se perguntar:

1 . Por que não estavam contidas nas competências da OE esta do reconhecimento das especializações?

2 . Por que resistem tanto alguns dos que vêem fugir por entre os dedos, qual areia fina, uma prerrogativa, que julgavam adquirida; a de formarem especialistas de modo exclusivo?

 

Convém não perder de vista a Comissão Instaladora da OE e a sua composição, para se poderem analisar os denodados esforços de implantação do exclusivo de habilitar especialistas, mesmo que de forma desnaturada e aberrante, nas escolas.

Quando se pensava que estava tudo resolvido é dada a licenciatura aos enfermeiros, como saída única e natural, ao optar-se pela via uni-etápica, de 4 anos. Com esta medida chegava ao fim a equivalência a licenciatura, através do bacharelato mais uma especialização, fosse denominada diploma de estudos superiores especializados; fosse ela curso de estudos superiores especializados. DESE ou CESE, fazia, então, sentido que essa formação complemento de um bacharelato para obter um título de licenciado a conferir pela escola, fazia sentido que tal formação fosse feita lá.

 

Temos dito isto vezes sem conta, para quem nos lê e ouve.

Seguiu-se um complemento do bacharelato, para obtenção da licenciatura que, entretanto, está a dar os últimos suspiros. Com o seu termo a Enfermagem caminha a passos largos e rápidos para a normalização no campo dos estudos superiores.

 

Naturalmente os docentes que integravam os Corpos Sociais da OE e os que os apoiavam, tiveram a infeliz ideia de tentarem perpetuar a sua influência sobre a Profissão, que condicionaram, durante décadas, numa época em que as competências legais do exercício dos Enfermeiros eram as que constavam do currículo escolar, porque tinha sido assim, com os Auxiliares de Enfermagem e Enfermeiros, para os diferençar, entenda-se: para se guerrearem mutuamente, visto que, no dia seguinte ao termo do curso dos auxiliares, a punção venosa que não constava do seu currículo escolar, era-lhe imposta com toda a violência pelas circunstâncias, pois eram eles que ministravam toda a terapêutica, incluindo a intravenosa. Eis um bom e claríssimo exemplo de que a escola não ensina tudo. È prova seguro de que o currículo escolar é o princípio de um percurso profissional, que a prática vai enriquecendo, com as experiências novas e actuais.

 

É nesta prática ancestral que radica a “ambição” de a escola tentar, na actualidade, condicionar a prática da Enfermagem, fazendo crer que, somente o que a escola ensina é legal e correcto, desvalorizando sistematicamente o saber feito da experiência, caso único.

Ora quem assim pensa está redondamente enganado, caso esteja de boa fé, como enganados estavam e estão ainda, os que pretenderam encaixar as especializações nas escolas como “pós-graduações”. Esta via é redutora e muito dispendiosa para quem frequenta  estes programas, enquanto o Estado, principal interessado e beneficiado, esfrega as mãos de contente, por ter gratuitamente, nos Enfermeiros, uma formação especializada, sem investir um cêntimo, enquanto a de outros custa rios de euros sem a garantia de compensarem quem a pagou.

 

Foi parte disto que esteve em discussão e votação na AG.

Era notório o folgo estertoroso, dos docentes presentes, ao adivinharem a morte certa duma tradição errada que foram alimentando, à custa dos Enfermeiros: as ditas pós graduações.

Tempos houve em que os docentes de Enfermagem eram os que mais vezes apareciam em público, pela sua disponibilidade e por causa duma excessiva modéstia dos outros, mesmo treinados para falarem, em público. Podiam considerar-se os “ideólogos” da “coisa”.

 

Mas, de tão entretidos que andavam a engrandecer o seu “ego” nem se aperceberam que a sua falta de contacto com a realidade, não obstante o esforço que alguns fazem para visitarem os campos de manobras, como cão que passa pela vinha vindimada, desinseriu-os da realidade e deixaram de preparar convenientemente os alunos para uma vida de trabalho diversificado, que os espera. Em simultâneo, foram perdendo o auditório pelo discurso vazio de conteúdo. Deixou de ter interesse.

 

O tempo em que os Enfermeiros tinham à sua escolha o hospital e ou o centro de saúde, de preferência o mais próximo possível da sua residência, finou-se e não volta mais. As escolas dividiam, e dividem os campos de estágio por estes dois tipos de instituição, enquanto um conjunto de actividades que se reportam ao âmbito profissional dos Enfermeiros estão a fugir para bombeiros, paramédicos, auxiliares de farmácia, auxiliares disto e daquilo, técnicos de ambulância, enfim…

 

Os Enfermeiros estão a ser treinados para o desemprego, pois o governo não preenche as lacunas que tem; por seu turno, até outros Enfermeiros, a quem puseram a vergasta na mão, para testarem a sua apetência de vilão, ajudam a explorar os colegas.

 

A escola prepara-os para os modelos de acção exclusivista no hospital ou centro de saúde (esta segundo um modelo distorcido, àquem das suas possibilidades e competências); debatem-se com enormes dificuldades de sobrevivência e recompensa do esforço e investimento feito num curso à mercê dos exploradores de mão-de-obra barata. Não lhes foram dadas outras perspectivas, nem outros treinos.

 

Demonstrando um défice brutal de inteligência, alguns professores falhados, ajudam agora, a preparar bombeiros para partejar, em vez de contribuírem para impor respeito a si próprios, enquanto parteiras, primeiramente; pelos colegas desempregados ou não, secundariamente.

 

É neste universo que o papel da OE é importante, ao dispor de mecanismos e competências para reconhecerem coisas que são feitas pelos Enfermeiros, que vão distendendo a sua actividade em função dos princípios básicos, enformadores da Enfermagem, mesmo que resultem da sua capacidade de iniciativa e não do que aprenderam ou não, na escola, encalhada num determinado paradigma (hospital - centro de saúde), quando existe.

 

Fora deste universo fechado, há mais mundo profissional aberto às novas experiências que os Enfermeiros podem e devem fazer, na procura de soluções para problemas velhos, que emergem dia-a-dia e que ficam a descoberto à mercê do curandeirismo incompetente.

 

Pelo que se disse e pelo muito que se pode dizer, ainda, é que o papel da escola é incompatível com o da Ordem, ou por outras palavras: a formação da escola parou com a emissão do diploma de curso, pois é este o seu campo de acção específico. É estática.

 

A formação profissional diária é constante e dinâmica; é progressiva. Por isso, só os parâmetros de qualidade crescente da OE a podem certificar.

 

Quem não perceber tudo isto, no todo ou em parte é… ou faz-se…

Não foram aprovados os artigos 7º - relativo e internatos e eficácia inicial da licenciatura e o 77º - relativo à incompatibilidade do título de enfermeiro com o de outras profissões como homeopatia, acupunctura, apesar de a prática não o ser. Não obstante foram rejeitados, pelo que não alteram a situação.

“Vale”.

publicado por enfermeirosunidos às 23:58
link do post | comentar | favorito
|
Quarta-feira, 14 de Março de 2007

APELO À SENSATEZ!!!

Senhores Enfermeiros, de uma vez por todas, vamos ver se nos entendemos numa coisa. Os raciocínios são muito simples:

- a partir do momento, em que há um enfermeiro desempregado (o que, na realidade, se transpõe para outra ordem de grandeza bem diferente) significa que se criou mão-de-obra excedente, pois a oferta é maior do que a procura.

Quem ainda não viu desemprego em Enfermagem, que se dirija ao gabinete do Enfermeiro Director do hospital onde trabalha, ou então que vá falar com o coordenador da sub-região de saúde do seu distrito e pergunte, a uma dessas entidades, o número de candidaturas de enfermeiros a emprego. A Ordem dos Enfermeiros, há bem poucos meses, enviou uma carta a todos os membros, onde estes, entre outras coisas, deveriam escrever a(s) instituição(ões) onde laboram. Também se pode, através desse documento, verificar o número de enfermeiros que não assinalaram nenhuma instituição, até àquela data (e não venham dizer que omitiram voluntariamente esse ponto).

- em nada adianta querer impor um rácio enfermeiro/utente, quando sabemos todos que os utentes NUNCA irão usufruir dele.

Vamos ser realistas:
Concordamos que as instituições de saúde, de facto, necessitam de mais enfermeiros. Porém, há algo que é inegável. As mesmas não os absorvem e se não os absorvem é porque eles não são necessários aos olhos de quem tem o poder para empregar. E porquê? Vamos dar algumas razões:

- existência de um serviço nacional de saúde que zela por tudo, excepto pelos utentes;

- restrições orçamentais (há uns anitos, disseram-nos que o país estava «de tanga», logo a seguir e até hoje ainda nos mandam «apertar o cinto»; quem pensou que a Saúde não seria afectada, pensou mal);

- existência de duplo emprego, sendo mais preocupante o facto de haver enfermeiros a trabalhar, em regime de full-time, em entidades públicas simultaneamente (por mais que se aumentem salários, esta situação dificilmente se alterará);

- mal ou bem, um enfermeiro continua a trabalhar por muitos, sem reclamar. Apelamos aos colegas que defendem a carência de profissionais que se manifestem formalmente. Não é preciso muito: basta justificarem, em notas de enfermagem, por que não realizaram determinada(s) intervenção(ões) durante a prestação dos vossos cuidados. Assim, contribuirão favoravelmente para que os empregadores vejam que afinal os enfermeiros não chegam para a encomenda;

- mais recentemente, surgiu a moda dos «Estágios Profissionais Não Remunerados», ou remunerados com 2 salários mínimos (806€ no total), quando é o Centro de Emprego a arranjá-los, ou estágios de voluntariado com direito a subsídio de alimentação e transporte.

Apesar de não justificar a não absorção de enfermeiros no mercado de trabalho, também se verifica que existe, por vezes, uma má distribuição dos recursos humanos de enfermagem pelos serviços.

Por outro lado, se o objectivo da multiplicação de enfermeiros, em Portugal, é que estes passem a trabalhar por conta própria, há que ter em conta que nenhum recém-licenciado é filho do Engº Belmiro de Azevedo. O negócio por conta própria não é muito atractivo para alguém que não tem apoio financeiro, nem grande experiência na área. Ninguém se sente plenamente seguro ao fazer um investimento, quando possui pouca experiência e pouca ou nenhuma «massa». Além disso, muitos de nós temos consciência de que não somos bons patrões para nós próprios.

Quem anda a tramar os Enfermeiros?
Andamo-nos todos a tramar uns aos outros. E todos são a Ordem dos Enfermeiros, os sindicatos, as escolas de enfermagem e seus docentes, os enfermeiros, os futuros enfermeiros...
Claro que uns, pelos cargos que lhes foram conferidos, têm mais responsabilidades...

É atribuído a cada papel, que cada um desempenha, uma série de expectativas. Quanto mais relevante é esse papel, maiores serão as expectativas. Só lamentamos que àqueles a quem, de direito, foram atribuídos papéis relevantes, os queiram tornar irrelevantes ou até omissos. Quiseram voar alto (e ainda bem que assim é, porque os líderes têm de existir e são necessários) e, portanto, têm de assumir os riscos desse vôo (ou acreditavam que iria ser tudo um banho de elogios e bajulações?).

Vivemos numa democracia: temos o direito de protestar quando achamos que estamos a ser prejudicados. Fazem-se de surdos e cegos: continuaremos a protestar...
Nas Petições que iremos entregar à Bastonária e aos ministros da Saúde e Ensino Superior, propomos soluções. Se estas não forem aceites, então exigiremos soluções que vão de encontro aos interesses da classe. E dizemos da classe, uma vez que a criação de excedentes tem mais aspectos negativos do que positivos e ninguém pode dar como assegurado o estatuto que detem hoje.
«Mudam-se os tempos, mudam-se as vontades», já dizia Camões.

Cordiais Saudações,
Enfermeiros Unidos.

publicado por enfermeirosunidos às 00:02
link do post | comentar | favorito
|
Domingo, 11 de Março de 2007

O CULTO DA PERSONALIDADE

Caros colegas, vimos dar-lhes a conhecer o comentário que um colega deixou no Fórum Enfermagem. Este colega descreve a discussão insólita que teve com  o seu chefe que faz parte da (des)Ordem. Mais um caso que vem confirmar que há quem queira implantar a censura.
 

Boa tarde a todos, tenho andado afastado de tecer comentários aqui no forum, mas tenho no entanto lido atentamente as várias opiniões. Recentemente tive uma "discussão" um pouco mais acesa com o meu chefe relacionado com a Ordem, que para mim é mais uma desordem! Ele é um dos membros que faz parte do núcleo da Ordem. Sempre que alguem do serviço o abordava sobre algum assunto no que toca à ordem, desemprego, trabalho precario etc. ele nem dizia sim, nem não, retorquia apenas algumas palavras desconexadas e sem sentido, com frazes pré-feitas tipo: "faltam 20 mil enfermeiros", ao que eu lhe respondi "mas há mts colegas que estão no desemprego, e cada vez se estão a formar mais enfermeiros e há cada vez + escolas, actualmente já são + de cinquenta", ao que ele respondeu "mas há falta de enfermeiros, e essas 50 escolas não chegam". estando farto deste discurso eu resolvi imprimir alguns dos comentários aqui do forum enfermagem, para ele ver o desespero de alguns colegas que já foi o meu pois tamém já estive 5 meses no desemprego...A cara dele e reacção quando viu aquilo...deu-me um raspanete, "foste gastar 6 folhas ao hospital para imprimir estas bacoradas....ainda por cima isto não é nenhum documento da ordem...tas sujeito a um processo disciplinar....à bastonária ... deves-lhe respeito..." Não vou dizer o resto porque cada vez que penso nisto, sinto que cada vez mais estamos entregues a nós próprio... Perguntei a mim próprio s tinha cometido algum crime por ter imprimido aquilo dado que pode ser visto por toda a gente na net, e em nenhuma das 6 páginas havia um comentario que ofendesse o que quer que fosse, mas apenas a opinião dos colegas. Repensando melhor Penso que fiz mal em imprimir. Não vou dizer que a culpa da nossa situação é exclusiva da Ordem, porque é falso! O estado, Todos nós temos uma parte da culpa, porque somos uma classe dividida. Os nossos superiores não defendem os nossos interesses e são mts vezes os primeiros a nos atacar... Bem mas deixando de lado este desabafo o que fazer para mudar?
- em primeiro sinto que existe um problema nas escolas, professores que mts vezes fomentam a desunião dos alunos, que se vai repercutir no futuro;
- Depois há demasiadas escolas, vagas, o que implica uma formação massiva de enfermeiros;
- O estado, que tem um papel nas políticas de saúde, considero que está a assassinar o SNS e a lançar um ofensiva aos direitos dos trabalhadores..
- A ordem, sindicatos etc, pela inercia, ausência de ideias, planos estratégias visão real da enfermagem e realidade do país.
- Nós porque aceitamos trabalhos em condições que mts vezes em nada dignificam a nossa profissão, porque fazemos duplos, triplos (o que tb tem mt a haver com o facto de a nossa renumeração de baixa, não somos pagos de acordo com as nossas habilitações...); a nossa falta de auto-estima, espiríto de equipa, coesão...

Antes de mais, colega podes ficar de consciência tranquila que crime não cometeste de certeza!

A frase que carregámos a vermelho e que corresponde à resposta do enfº chefe é, para nós, um misto de tragédia com comédia!

Quanto às 6 folhas que o colega imprimiu, a verdade é que é preocupante ver que o uso de 6 folhas e de alguma tinta de impressão, podem ser as grandes causas dos défices orçamentais nas instituições de saúde. Este enfº chefe descobriu, finalmente, a solução para os buracos financeiros - toca a cortar nos gastos com folhas e tintas para impressão. É incrível como o ministro Correia de Campos não conseguiu ver isto! Ai ai sr. ministro...

Depois, mais uma vez, temos outro dirigente da OE que persiste em dizer que, mencionar as palavras subemprego e desemprego, é dizer bacoradas. Meus amigos, façamos uma petição a exigir a remoção destas palavras dos dicionários de Língua Portuguesa.

Por fim, temos algo realmente surpreendente. Um enfermeiro sujeito a lhe ser instaurado um processo disciplinar, sem razão aparente. Será que foi por ter gasto as 6 folhas mais a tinta? Será que foi por ter mostrado opiniões que eram proferidas por outros?

à bastonária ... deves-lhe respeito... Enfermeiros de Portugal, sugerimos que, em todos os locais onde possam estar enfermeiros e futuros enfermeiros, se coloque uma fotografia da nossa bastonária para que possamos rezar por ela, para que lhe possamos prestar homenagem por tudo aquilo que ela faz por nós. Avé Bastonária... 

Há uma coisa que nos deixa bastante preocupados: o juramento profissional ainda não inclui o ponto de veneração do líder. Esta é uma falha enormíssima da OE! Nós queremos adorar a nossa bastonária, exigimos a criação de um altar com uma estátua para que possamos lamentar todos os nossos infortúnios, sem obter resposta, já que o que temos feito com a pessoa in vivo é a mesma coisa!

E todos aqueles que ousem dizer mal da Santa Bastonária e da Santa (des)Ordem são uns hereges!

Enfermeiros Unidos

publicado por enfermeirosunidos às 20:35
link do post | comentar | ver comentários (8) | favorito
|

Carta Secreta! (Humor)

Colegas:

Rir é o melhor remédio! Transcrevemos, por isso, um dos textos que está patente no http://doutorenfermeiro.blogspot.com/ , verdadeiramente hilariante. Pensamos que será uma boa ajuda, ainda que momentânea, para todos os colegas que se sentem desanimados. Aqui vai:

 

Colegas, passados quase 3 meses do Natal, o doutorenfermeiro (DE) teve acesso à carta ao Pai Natal da nossa bastonária.
"Querido Pai Natal,
Sou eu, a “Migusta”, como tens passado? Andas melhor das lombalgias? Desculpa ainda não ter mandado nenhum Enfermeiro para te administrar uns anti-inflamatórios, mas, acontece que não há ninguém disponível… Além disso o rácio da OCDE é de 12 Enfermeiros por cada Pai Natal…. o que é quase impossível de te conceder, pois nos dias de hoje encontrar Enfermeiros disponíveis para trabalhar, é como encontrar uma nota de 20 euros aqui na sede da Ordem…
Este ano portei-me bem, por isso a minha lista de presentes vai ser mais comprida do que o costume. Não sei te lembras, mas no ano passado, só pedi uma coisita: “mais Enfermeiros”!
Realmente tive mais Enfermeiros, o problema é que as quotas são baratas e preciso ainda de mais… pois, como deves saber, estas “obras” cá na Ordem não são pagas com ar e vento, não é?
Sabes, tive um sonho: sonhei que Portugal um dia terá muitos Enfermeiros. Tantos, que os rácios não serão traduzidos mais pela razão enfermeiro/utente, mas sim por utente/enfermeiro. Quero mais Enfermeiros!

Noutro dia foi ao hipermercado. Estava muito calor lá dentro e senti-me mal. Uma empregada simpática (do hipermercado), perguntou pelos altifalantes se havia algum médico ou Enfermeiro lá presentes para ajudar… Não apareceu nenhum médico, mas enfermeiros estavam muitos. Acho que só o homem do talho é que não era Enfermeiro… ou melhor naquele talho, porque no talho do supermercado cá perto de casa, o rácio é de 4 enfermeiros por posta de carne, o que já é bom! Pelo menos está dentro dos rácios da União Europeia!

Cá na Ordem vai tudo bem. Tenho mais empregados novos! Até o jardineiro tem o curso de Enfermagem! Isto só traz vantagens: noutro dia vi-o pela janela a dar um sermão de ética aos peixinhos do lago aqui do jardim!
Isto faz-me lembrar uma coisa ridícula que me aconteceu noutro dia: veio cá um “totó” a dizer que era Enfermeiro e que estava no desemprego… Perguntei-lhe logo se era para os apanhados! Ele disse que não! Vê-se logo que ele não percebia nada de rácios, enfim… aparece-me aqui cada um! Onde já se viu um enfermeiro desempregado?
Ando um pouco triste. O meu gato anda doente. Levei-o a um Enfermeiro veterinário, daqueles que eu ainda me manifestei contra, mas de nada valeu, ou melhor ninguém me ligou, ele até era bom rapaz…. Era ainda estagiário, andava a estudar o modelo de Nancy Roper para cães e não me pôde ajudar muito! Sabias que já dei um nome ao meu gatinho? Chama-se “rácio”. Gosto de animais. Na semana passada comprei um papagaio. Ensinei-o a falar, já sabe dizer “quero mais Enfermeiros”! Agora a ando a ver se ele aprende a dizer “quero inflacionar as quotas”!
A menos com os meus animais de estimação tenho paz. Nem me quero lembrar do outro dia, em que fui visitar um hospital e tive de fugir pela janela, pois quando olhei para traz vinham umas centenas de Enfermeiros a correr em direcção a mim com cara de poucos amigos! Livra!! Não os entendo. O que é que eles querem? A maior parte deles ganha melhor que uma mulher-a-dias (sem desprimor para estas)!!

Ouvi dizer que o Tony Carreira vai ser Enfermeiro? Era bom. Ele canta bem! Os cuidados intensivos de muitos hospitais precisam de mais alegria!
Lembras-te do Zé Cabra? Esse já é enfermeiro numa daquelas urgências que vai encerrar! Curioso… pensando bem, não vi manifestações da população lá da zona… ele até dava shows para os restantes Enfermeiros nas passagens de turno!

O que é um show, é o novo carro do meu vizinho. Um BMW!!! Olha, ele é enfermeiro! O carro é lindo, precisa é de uma pintura e estofos novos. Foi comprado num daqueles leilões da Polícia Judiciária! Mas está bom: só teve 5 donos prévios! Estes carros dos anos 70 têm chapa grossa! Deita fumo, isso dá-lhe estilo! Isto só prova o poder de compra dos Enfermeiros! O mecânico da esquina (que também é Enfermeiro) diz que é bom material!

Bom, não te quero aborrecer mais, mas este ano queria ainda mais Enfermeiros!
E se fosses amigo, deixavas abrir mais duas ou três escolitas de Enfermagem. Tenho uma amiga ali perto de Pitões das Júnias (fronteira com Espanha) que diz que lá ainda não há escolas de Enfermagem. Foi uma desatenção minha! Há lá estábulos porreiros! Davam bons campos de estágios de obstetrícia: treina-se nos cavalos! É tudo a mesma coisa! O estágio de ortopedia podia ser na mercearia do ti Rodrigo! As escadas são escorregadias, e muita gente parte lá as pernas e braços! Vai ser uma maravilha!
Abraços.


P.s. Pai Natal, é verdade que estás a pensar em ingressar em Enfermagem?
"
publicado por enfermeirosunidos às 18:29
link do post | comentar | ver comentários (1) | favorito
|
Sexta-feira, 9 de Março de 2007

DATA DE RECEPÇÃO DAS PETIÇÕES

Boa tarde a todos!

Foi estipulada uma nova data limite para a recepção das Petições, dirigidas à Bastonária da OE e aos Ministros da Saúde e da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior.

Assim, colegas, solicitamos que enviem as petições para a morada indicada nas folhas de assinaturas até 30 de Março de 2007.

A luta continua e vai bem de saúde

Cumprimentos,

Enfermeiros Unidos

publicado por enfermeirosunidos às 14:55
link do post | comentar | favorito
|
Quinta-feira, 1 de Março de 2007

Ter rosto ou não ter? Eis a questão!

Colegas e amigos:

Transcrevo alguns excertos que deixei expressos no fórum enfermagem, no tópico «Petições - A Luta vai começar», no que respeita ao facto de serem questionados os rostos do movimento. Queremos vincar que o movimento tem mais de 30 rostos. Naturalmente, é impossível reunir esses mais de 30 rostos, dada a extensão geográfica que nos separa uns dos outros. Por conseguinte, existe um grupo coordenador do movimento. Todavia, e como vivemos numa democracia, qualquer um pode integrar esse grupo mais restrito. Basta perguntar onde estamos. Evidentemente, a partir do momento em que assume esse estatuto, terá de desempenhar com eficiência o papel que lhe cabe.

Eis os excertos:

 «Quanto aos rostos, discutimos diversas vezes essa questão. Já fiz saber ao «núcleo duro» (que não é mais do que o grupo de coordenação) que dou a cara. Os restantes colegas também o fazem, senão não teriam sido aqueles que se manifestaram imediatamente. Não dão os nomes, porém, têm razões plausíveis e fortes para o fazerem. Não se esqueçam que os enfermeiros são os piores inimigos dos enfermeiros. E, quem nos garante, que as pessoas que exigem nomes, não são esses inimigos? De momento, perdoem-nos, mas, se nem na Bastonária confiamos, é mais difícil confiar noutras pessoas. Assim como vós precisais de nos ver, nós também precisamos de vos ver. Aliás, eliminámos o contacto de uma pessoa que se auto-denominava com um nickname e que tinha um endereço electrónico que nada dizia.

Nós não nos escondemos. Basta que nos enviem um e-mail a perguntar onde estamos. Quem nos quiser conhecer, 6ª feira, às 14h30, estaremos na sede do SE, no Porto. Quem nos  quiser ajudar e, inclusivamente, fazer parte da coordenação será claramente bem-vindo. A partir do momento que o faça, terá de assumir as rédeas e não participar apenas quando lhe convém. De gente bem intencionada, só para algumas ocasiões, já está o mundo cheio!

Beijos

Laura Santos. 

publicado por enfermeirosunidos às 02:01
link do post | comentar | ver comentários (6) | favorito
|
Terça-feira, 27 de Fevereiro de 2007

PETIÇÕES - A LUTA VAI COMEÇAR!

Caros Colegas:

A LUTA VAI COMEÇAR! As Petições já foram elaboradas e começaram a circular. Os seus destinatários são: a Bastonária da Ordem dos Enfermeiros, Maria Augusta de Sousa; o Ministro da Saúde, Correia de Campos; o Ministro da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, Mariano Gago.

Aqueles que quiserem receber, via e-mail, as petições e as folhas de assinaturas, por favor, contactem-nos através do enf.unidos@sapo.pt ou enf.unidos@hotmail.com e a vossa solicitação será atendida.

Presentemente, gostaríamos de solicitar os vossos esforços na recolha de assinaturas.

Quem pode assinar?

  • Enfermeiros (desempregados, subempregados, empregados, docentes, reformados);
  • Estudantes de Enfermagem (Licenciatura, Pós-Graduações, Mestrados, Doutoramentos);
  • Personalidades de relevo, tais como políticos e pessoas que detêm ou detiveram cargos importantes, ao nível da Saúde (por ex., ex-ministros da Saúde).

Os assinantes deverão assinar 3 vezes (para cada petição). Obviamente, caso algum assinante recusar fazê-lo em 1 ou 2 petições, está no seu pleno direito.

Gostaríamos de poder entregar a petição, dirigida à sra. Bastonária, no dia 17 de Março, aquando da reunião ordinária da Assembleia Geral da Ordem, em Lisboa. Para isso, estipularemos o dia 15 de Março, como prazo de recepção (o que pressupõe o envio prévio) das folhas de assinaturas. Contudo, se por motivos de força maior, uma vez que o prazo é curto, não pudermos cumpri-lo, faremos essa entrega, à sra. Bastonária, noutra ocasião, a qual posteriormente anunciaremos.

PARTICIPEM NESTA CAUSA DE TODOS OS QUE DESEJAM VER DIGNIFICADA A PROFISSÃO DE ENFERMEIRO/A EM PORTUGAL!

Qualquer informação adicional, façam o favor de contactar!

Cordiais Saudações,

Enfermeiros Unidos enf.unidos@sapo.pt e enf.unidos@hotmail.com

publicado por enfermeirosunidos às 17:11
link do post | comentar | favorito
|
Domingo, 25 de Fevereiro de 2007

Enfermeira precisa-se! Mas, pelos vistos, não a querem empregar!

Olá colegas!

Estava eu a pesquisar notícias sobre a nossa nobre profiissão quando me deparei com o
seguinte artigo:

Centro de saúde da Mata Mourisca com falta de recursos

Enfermeira precisa-se

Texto de Adriana Afonso

O presidente da Junta de Freguesia da Mata Mourisca, António Fernandes, denunciou, na última Assembleia Municipal, que a extensão de saúde daquela freguesia encontra-se sem enfermeira há algum tempo. Segundo o autarca, a directora do Centro de Saúde de Pombal, Isabel Gonçalves, tem sido impecável, mas a própria médica da Mata Mourisca não tem apoio. De acordo com Isabel Gonçalves, em Maio já tinha sido proposta a renovação do contrato do elemento de enfermagem ali colocado, aguardando-se a muito breve prazo o despacho positivo do Conselho da Administração da A.R.S. Centro.
De acordo com António Fernandes, até agora a Administração Regional de Saúde do centro e a Sub-Região de Saúde de Leiria ainda não responderam à solicitação da freguesia e, a população pode vir a fazer um abaixo-assinado. Estamos há um mês e meio sem enfermeira e temos 2500 utentes no ficheiro. O autarca realça que a directora do Centro de Saúde de Pombal manda uma enfermeira dois dias por semana para resolver os casos mais complicados, mas que a própria médica da extensão não tem apoio, fazendo as consultas de planeamento familiar e a saúde materno-infantil sozinha.
Contactada por O ECO a respeito dessa questão, Isabel Gonçalves declara que como dirigente de uma Instituição que presta Cuidados de Saúde a uma população abrangente de 64.141 utentes inscritos em 32 Médicos de Família, na Sede e 17 Extensões de Saúde, não posso deixar de expressar a minha preocupação e sensibilidade no que concerne à escassez de Recursos Humanos existente em todas as áreas profissionais e no caso em apreço, no sector de Enfermagem. Na Extensão de Saúde de Mata Mourisca estão inscritos 1939 utentes, que, desde a aposentação do elemento de enfermagem ali colocado, têm vivido, assim como outros utentes de outras Extensões de Saúde do Concelho nas mesmas condições, períodos de alguma instabilidade, colmatados eficazmente pela permanência de uma Enfermeira que terminou o seu contrato a termo certo em Maio de 2006, tendo sido de imediato proposto a sua renovação ao Sr. Coordenador da S.R.S. Leiria, e merecida a sua concordância deu cumprimento aos trâmites legais para autorização superior, aguardando-se a muito breve prazo o despacho positivo do Conselho da Administração da A.R.S. Centro.
ed. 2713, 22 de Fevereiro de 2007
in
http://www.oeco.pt/index.php?lop=conteudo&op=142949df56ea8ae0be8b5306971900a4&id=3aaa3db6a8983226601cac5dde15a26b#

Como os colegas poderam ler no artigo, a população de Mata Mourisca encontra-se sem enfermeiro à um mês e meio e a directora do Centro de Saúde de Pombal chega mesmo a referir-se à escassez de recursos, mais concretamente de enfermagem. Quando li esta notícia eu nem queria acreditar que a mesma fosse possível! Será que a A.R.S. do Centro sofre de tamanha escassez de recursos humanos que não tem enfermeiros para colocar na extensão de Mata Mourisca? Pois se não tem, eu conheço muitos enfermeiros que não se importavam de ir para lá exercer funções, inclusivamente eu, se nos fosse dada a oportunidade... Em termos de A.R.S. eu só me inscrevi na do Norte e como tal só posso referir-me à mesma. É neste sentido que vos informo que a A.R.S. do Norte tem as inscrições suspensas (pelo menos no início do mês estavam), quando pelos vistos a do Centro necessita... A ser assim, não deveria haver mais articulação entre as diferentes A.R.S.? Eu sei que são administrações diferentes mas, fazem todas parte do SNS...
Enfim...
Andreia Guedes

publicado por enfermeirosunidos às 23:08
link do post | comentar | ver comentários (1) | favorito
|
Sexta-feira, 23 de Fevereiro de 2007

Em resposta a...

... algumas sugestões / opiniões / críticas cá fica, por unanimidade do grupo enfermeiros unidos esclarecido o seguinte:

1. Não existe qualquer receio em dar a cara, sendo que estamos disponíveis para reunião com quem se mostre efectivamente interessado em colaborar connosco, seja para sugestões ou críticas. No entanto, e convém ficar bem assente que nenhum elemento se reunirá com quem não se identificar com nome real. Assim sendo, caso alguem queira uma reunião é favor enviar o pedido para o nosso email: enf.unidos@sapo.pt que posteriormente entraremos em contacto.

2. Relativamente ao título 'enfermeiros unidos' poder parecer vago e termos recebido o pedido para a identificação do responsável do movimento, vimos afirmar que não existe UM responsável mas sim um grupo de enfermeiros com núcleo duro de 5 elementos - sendo estes os que participam de forma activa na execução de todas as actividades.

3. no que concerne à petição a ser enviada ao ministério da ciencia, o ponto referente ao pedido de criação de concurso, de âmbito nacional, para colocação de enfermeiros este foi votado por unanimidade, pelo que será incluído.

Muito sinceramente custa-me aceitar que a crítica efectuada a este último ponto, o da criação de um concurso para colocação de enfermeiros, tenha sido justificada pela deslocação de pessoal : "Ora bem a criação de um concurso de ambito nacional iria deslocar enfermeiros!! é mesmo isto que nós queremos?? Estar um ano num sitio passado dois ou três ir para outro e assim sucessivamente?? Não concordo!" e eu respondo: então colegas, o que preferem? estar quase um ano à procura de emprego?! arranjar contratos na vossa cidade de 3M+3M, findos os quais vos colocam na rua?! eu, e falo em nome pessoal, demorei 4 meses até me empregar, mas até para as ilhas concorri, embora tenha a minha vida totalmente feita na minha cidade com casa e relacionamento . E porque penso, que quando se ama a profissão que se pretende abraçar, e por testemunhos de colegas desempregadas/os que só querem é trabalho, qualquer sítio é excelente desde que se possa trabalhar naquilo que tanto se deseja. 

 4. A nossa não concordância na execução de estágios profissionais não remunerados. Quantas horas de estágio temos cada um de nós? não acham que é mais do que suficiente? não acham que o nosso curso que é um curso profissionalizante nos confere competências técnico-cientificas e humanas para podermos iniciar a nossa carreira? pensam que o facto de estagiarem numa instituição vos confere experiência profissional? não, não confere. Confere-vos o equivalente ao voluntariado. E ainda por cima prejudica quem já trabalha, porque a entidade empregadora dispensa os enfermeiros em prol dos que se voluntariam. Como vamos avançar com a Enfermagem para a frente desta forma? vamos criar uma Enfermagem voluntária? o tempo dos bons samaritanos já terminou. Iniciamos uma nova era. A era da afirmação da nossa profissão.

Enfermeiros Unidos, ao vosso dispôr.

publicado por enfermeirosunidos às 14:04
link do post | comentar | ver comentários (1) | favorito
|

.mais sobre nós

.pesquisar

 

.Abril 2007

Dom
Seg
Ter
Qua
Qui
Sex
Sab

1
2
3
4
5
6
7

8
9
10
11
12
13
14

15
17
18
19
20
21

22
23
24
25
27
28

29
30


.Desaparecidos

.posts recentes

. AGRADECIMENTO

. Assembleia Extraordinária...

. APELO À SENSATEZ!!!

. O CULTO DA PERSONALIDADE

. Carta Secreta! (Humor)

. DATA DE RECEPÇÃO DAS PETI...

. Ter rosto ou não ter? Eis...

. PETIÇÕES - A LUTA VAI COM...

. Enfermeira precisa-se! Ma...

. Em resposta a...

.arquivos

. Abril 2007

. Março 2007

. Fevereiro 2007

.subscrever feeds